Greedsz
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Esse game eu recomendaria em 2 casos: 1 - Você gostava muito de CS 1.6 na infância e quer relembrar os velhos tempos. 2 - Você tem interesse em jogar competitivamente. Infelizmente não posso não comentar que pra mim esse jogo parou no tempo. Mecânicas muito travadas, jogabilidade muito arcade, nenhum realismo, e agora nem os gráficos são impressionantes. Jogue se você é um fã de CS específicamente e está buscando exatamente essa experiência (um CS 1.6 melhorado), se for um fã de FPS em geral, não recomendaria, considerando as outras opções que temos por aí... (BF1, BF6, COD, etc). Deixo como avaliação positiva porque eu sou fã de CS e tive bons tempos com esse jogo, mas já passou, hoje, como eu disse antes, ficou datado.
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kovu
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Jogo ALTAMENTE BASED. Um dos melhores jogos de tema militar que já joguei. Por causa desse jogo, comecei a achar legal coisas que nunca imaginei que iria gostar (tanques e jatos de alta tecnologia e poder de fogo. Jogar esse jogo ouvindo Linkin Park no fone aumenta sua testo em até 1000%. Eles só precisam banir jogadores cuja gameplay fajuta é ficar no alto, no early game, de F-14 IRIAF/F-14 Tomcat, espamando todos os seus mísseis AIM-54A Phoenix, dar uma polida na questão do áudio do jogo e arrumar os Bugs no TWS e no ACM (especialmente em jatos americanos e russos).
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bklceifador
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Battlefield 6: O caos em grande escala que só a franquia sabe entregar Battlefield 6 chega reafirmando o que sempre foi o coração da série: o multiplayer em larga escala, explosivo, caótico e incrivelmente divertido. A DICE parece ter escutado os fãs — o jogo traz de volta o ritmo frenético e as batalhas dinâmicas que tornaram a franquia um ícone dos shooters modernos. O primeiro ponto que salta aos olhos é a jogabilidade fluida e responsiva. Os controles estão mais precisos, e a movimentação ganhou um toque extra de velocidade sem comprometer o realismo. As transições entre correr, deslizar, trocar de arma e entrar em veículos acontecem com naturalidade, deixando o jogador sempre no fluxo da ação. Os mapas são outro destaque. Extensos, cheios de rotas alternativas e pontos estratégicos, eles reforçam a sensação de estar em uma guerra viva. Cada partida conta uma história diferente, e o sistema de ambientes destrutíveis continua sendo um espetáculo à parte — ver um prédio desmoronando ou uma ponte ruindo altera completamente o rumo da batalha e mantém o combate imprevisível. A progressão também acerta ao equilibrar recompensa e desafio. O desbloqueio de armas, equipamentos e customizações mantém o jogador engajado por horas, com um sistema de experiência que incentiva o trabalho em equipe sem punir quem prefere agir de forma mais independente. No entanto, nem tudo brilha. A campanha single-player, embora competente tecnicamente, é rasa em termos de narrativa e inovação. Serve mais como um aquecimento para o multiplayer do que como uma experiência marcante por si só — algo que, infelizmente, já se tornou o padrão do mercado entre os grandes shooters contemporâneos. No fim, Battlefield 6 é exatamente o que se espera de um título da série: um espetáculo visual e sonoro, repleto de momentos épicos e caos controlado. Quem busca realismo, destruição e batalhas de escala colossal vai se sentir em casa.
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Francisco Ungaro Neto
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Sim, tem pouco hacker, quase nada!
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