Caça Rato (Guzz)
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Jogo foda, gosto muito é especial por fazer parte da minha vida, sinto falta quando fico sem jogar mas a partir do momento que a partida inicia começa o arrependimento. Jogo totalmente desbalanceado, tenho 8k de partida, 12k de contuda, jogo bem, mas vivo caindo com jogador imundo desqualificado, faz quase duas semanas que perco praticamente todas por culpa do time, é triste é feio de ver cara, jogador ficando 1/18, 3/18, enquanto mesmo perdendo eu sou destaque da partida. Gente feeder, troll, noob, gente de outra nacionalidade que vem zoar nosso servidor, me botam pra jogar com gente que não tem noção básica do jogo, as vezes até mesmo conta totalmente nova que nunca jogou, com quem tem 8k de partida? Enquanto no outro time tem vários smurfs. Faz favor né, MELHOREM!!!
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DinoMal
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Jogar com argentinos é a pior experiencia que algum brasileiro pode passar. E eu como gaúcho não tenho nem a opção de limitar o ping, pois ambos servidores ficam com 20ms. Os argentinos quando descobrem que você é brasileiro além do anti-jogo dando TK, travar o personagem de propósito e gritar sua posição para o inimigo no chat também são ABERTAMENTE RACISTAS. Chamam de macaco, preto, favelado e afins. Denunciar à Steam e à Valve não serve para NADA. SÃO CONIVENTES COM RACISMO. E não é de agora. O ministério público deveria investigar, não só pelo racismo mas também pelo lootbox apresentados no jogo.
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MF8
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Quando eu abro Battlefield 6, é como atravessar um portal para o paraíso dos jogos de guerra. A cada partida, sinto aquela mistura rara de paz e adrenalina — uma sensação que nenhum FPS moderno vinha me proporcionando há anos. Depois de tanto tempo encarando o caos tóxico e a mesmice de outros títulos, BF6 me lembrou o que é realmente amar jogar. Enquanto outros jogos do gênero parecem se esforçar pra te estressar — sim, estou olhando pra você, Call of Duty —, Battlefield 6 faz o oposto. Ele te convida pra dentro de uma experiência que é intensa, mas ao mesmo tempo orgânica e recompensadora. Cada mapa é uma pintura viva, com uma escala absurda e uma imersão sonora que beira o cinematográfico. As explosões, o eco distante dos disparos, o rugido dos tanques — tudo se encaixa de forma natural, criando aquele caos controlado que só Battlefield sabe entregar. Gráficos e Atmosfera O jogo é um espetáculo visual. O nível de detalhe é tão alto que às vezes me pego apenas observando o ambiente — o pôr do sol refletindo nos destroços, a fumaça que dança com o vento, as partículas de areia voando com cada explosão. Há uma sensação de presença, como se o campo de batalha realmente respirasse. E o melhor: essa beleza não sacrifica desempenho. Mesmo em momentos com dezenas de jogadores e veículos simultâneos, o jogo mantém fluidez e estabilidade impressionantes. Jogabilidade e Sensação de Combate A jogabilidade é onde Battlefield 6 brilha. Cada arma tem peso, cada recuo tem personalidade, e cada veículo é uma experiência por si só. O sistema de destruição dinâmica voltou com força — nada é fixo, tudo pode ruir. Você sente que está em um campo de batalha real, onde o trabalho em equipe vale mais do que reflexos rápidos. Aqui, não é sobre quem aperta o gatilho primeiro, mas quem pensa melhor em meio ao caos. Comparação com Call of Duty Se Call of Duty é hoje uma maratona de frustração, Battlefield 6 é um respiro. Enquanto o primeiro insiste em fórmulas repetitivas, microtransações sufocantes e mapas genéricos, BF6 aposta na imersão, na escala e na estratégia. Ele devolve dignidade ao gênero FPS, lembrando que guerra digital não precisa ser corrida de quem morre menos, mas sim um espetáculo de tática, coordenação e liberdade. Conclusão Battlefield 6 não é apenas um bom jogo — é um renascimento. É o ponto de equilíbrio entre o realismo brutal e o prazer de jogar. Quando desligo o PC depois de uma sessão, não sinto cansaço — sinto satisfação. E isso, pra quem já atravessou os nove círculos do inferno de certos jogos online, é quase um milagre. Em tempos em que tantos títulos parecem feitos para nos irritar, Battlefield 6 mostra que ainda existe espaço para a emoção genuína, para o caos belo e para aquela magia que só um verdadeiro campo de batalha pode oferecer.
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